Sérgio Rassi acredita que novas regras irão beneficiar o Goiás 18 março 2015 sergio rassi

Os times de futebol do Brasil terão mais tempo para pagarem suas dívidas junto ao Governo Federal, isso para aqueles que aderirem ai Refis, essa “ajudinha” do Planalto para os clubes será instituída por meio de Medida Provisória a ser editada até a próxima quinta feira (19/3) e enviada ao Congresso Nacional. O prazo máximo para parcelamento será de 20 anos.

Os clubes da Capital dos Goianos poderão aderir ao Refis, que inclui contrapartidas como pagar salários e direitos de imagem dos atletas, e  além disso publicar as contabilidades auditadas, manter os impostos e obrigações trabalhistas e previdenciárias em dia. Os dirigentes não poderão aumentar o endividamento já existente e será obrigatório um maior investimento nas categorias de base e no futebol feminino. As punições serão duras para quem tentar burlar quaisquer das obrigações acima citadas e o clube “pego” tentando dar o famoso “jeitinho Brasileiro” terá sua agremiação eliminada de competições.

O Presidente executivo do time Esmeraldino, Sérgio Rassi, assina em baixo no que tange à punições de quem não cumprir as regras.”Temos de moralizar o futebol. O clube de futebol tem de ser uma empresa idônea. Quem não cumpre com as obrigações junto ao Governo, tem de ser penalizado de maneira escalonada, das punições mais brandas até as mais severas”, disse.

Para ele, as regras farão com que o mercado do futebol sofra mudanças e o Goiás poderá se beneficiar disso. “Isso não é ruim para o Goiás. Essa responsabilidade de pontualidade no pagamento de salários vai forçar os clubes a não pagar mais salários astronômicos aos atletas. Vai moralizar o futebol em relação a não pagar salários altos aos atletas. Nisso, é sem defeito para o Goiás, que já tem teto salarial de R$ 50 mil para jogadores e uma comissão técnica dentro da nossa realidade”

Sergio Rassi não concorda com o que pode ser previsto na MP, de permitir apenas uma reeleição de presidentes, mas vai contra o que a maioria dos clubes quer. “Não deveria nem ter reeleição. Estou para ver algum presidente reeleito que fez um segundo mandato melhor do que o primeiro, nem no futebol nem na política nem em qualquer outra esfera.”

 

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