Ressurgimento das cinzas! 28 dezembro 2016 fenix

O final do ano de 2015 e início de 2016 havia começado agitado para os esmeraldinos, pois de alguma forma, houve uma certa euforia por parte de algumas pessoas de que poderia-se ser uma ano, digamos, bom! Na realidade dos fatos, no contexto geral este ano nos pregou muitas, muitas e muitas peças.

Para começar a falar delas, óbvio, nossa equipe esmeraldina foi o fiasco absoluto talvez do Brasil, e o presságio da desgraça estava escancarado quando o Verdão do Cerrado foi eliminado da Copa Sul-Americana pelo… como era mesmo o nome do time?!? Ahhhhh, lembrei: o “poderoso” Brasília! Logo após, eliminado na Copa do Brasil pelo “estupendo” River, não o original do Uruguai, mas o genérico do Estado que é assumidade em termos de futebol: o Piauí. Por fim, fechamos com chave de ouro sucumbindo na série B, ficando atrás em pontos, vitórias e colocação geral na tabela em relação ao Vila Nova. Ainda vimos, estupefatos, o Atlético-GO sobrar na reta final e ser campeão. Presenciamos a tragédia com a Chape-SC, e ainda o gigante da Beira-Rio tentando todas as manobras possíveis, contudo, não teve jeito: B-zona em 2017. Já o São Paulo escapou fedendo, e o Corinthians, que desabou após a saída de Tite, e continua sem rumo. Foi um ano absurdamente louco.

Sobre o Goiás, após o limpa, particularmente, tenho aprovado os novos contratados, até porque se compararmos com as contratações do início do ano, podemos ter alguma esperança que seremos fortes. Nomes:

-       Goleiro: Murilo Rangel

-       Zagueiros: Fábio Sanches e Everton Sena

-       Lateral direita: Paulinho

-       Lateral esquerda: Helder

-       Volantes: Toró, Pedro Bambu e Victor Bolt

-       Meio campo: Jean Carlos

Já li e ouvi tanta bobagem, mas minha opinião de observador que sou, por hora, é de que o caminho está certo. Todos, e vou incluir o Jean Carlos, porque até a saída dele do Vila Nova para o São Paulo, vinha se tornando, provavelmente o melhor jogador do nosso “pobre” rival. De maneira que todos eles, e minha exceção será o Paulinho, que esteve contundido, fizeram ótimos para excelentes apresentações ao longo do ano pelo seus clubes, e curiosamente, todas as posições das quais fadigamos e sofremos horrores.

Podem criticar a vontade, mas antes de falarem qualquer coisa ou mesmo emitir a opinião sobre o assunto, sugiro que dêem uma olhada pelos times Brasil a fora, por exemplo o Inter – RS, nosso adversário em 2017, que está patinando e sem rumo, além de São Paulo, Santos e etc.

Minha LUZ VERMELHA continua acesa em relação ao Goleiros: Márcio, Renan e Ivan – desculpe mas não cabe os três no mesmo ambiente. Entendo que é um problema complicadíssimo para o Harlei Menezes resolver, porque há muitas implicações, mas ele vai ter descascar este abacaxi e preferencialmente, antes do início do nosso “Fazendão”.

Outras boas peças iram chegar, mas as três acima citadas, só uma pode ficar e tenho a convicção de que Márcio é quem fica! Se Renan e Ivan ficarem, serão laranjas podres remanescentes que vão comprometer a colheita no final do ano.

A todos esmeraldinos, um 2017 feliz e abençoado!

Até a próxima, irmãos Verdes e Esmeraldinos!

Wendll Faleiro.

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2 Comentários Quero comentar!

  • Wendel meu caro, o texto tava bom, mas vc inverteu o Helder e o Paulinho, então Helder é na direita e o Paulinho na esquerda.
    E o River Plate mais conhecido é da Argentina rs!
    A propósito, o Marcio é mão de alface kkkk tem que sair também!

    Comentário by Felipe — 29 de dezembro de 2016 @ 21:20

  • Valeu Felipe.
    Club Atlético River Plate (Uruguai)

    Ao contrário do que muitos pensam, o River Plate do Uruguai não tem esse nome por conta do xará argentino. Seu nome homenageia outro time: o River Plate Football Club. Fundado em 1897 por estivadores e trabalhadores do porto de Montevidéu, o time foi a grande sensação do futebol amador até o ano de 1925, quando foi extinto. Enquanto esteve em atividade, o time levantou quatro canecos nos torneios amadores que disputou.

    Passados alguns anos de sua extinção, e com a profissionalização do futebol no Uruguai, dois times resolveram se fundir para superar as dificuldades da transição do futebol amador para o profissional: o Olimpia Football Club e o Club Atlético Capurro. O nome escolhido para batizar a fusão seria Clube Atlético River Plate, em homenagem ao antigo esquadrão amador. O dia exato do nascimento do “novo” River foi 11 de maio de 1932.

    Continue lendo em https://playfc.com.br/times/river-plate-do-uruguai

    Comentário by Wendll Faleiro — 3 de janeiro de 2017 @ 10:47

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