PINGO(S) NO(S) I(S)! 9 março 2017 Walter

Os últimos tempos e especialmente os últimos dias pelas bandas da Serrinha foram pra lá de agitadas, lembrando até o dia a dia do nosso eterno rival e isso me deixa um tanto preocupado o que me remete automaticamente a reflexão.

Primeiro surge “o caso Walter”, do qual fui o único, dentre os que escrevem aqui, a ser contra a contratação desse profissional. E não foi por mero capricho de apostar ou “ser do contra”, até porque contra fatos não há argumentos, e que por último deu “banana” para o torcedor e para quem pagou o salário dele aponto de partir para agressão e forçar sua saída. Bom jogador, tem recursos técnicos mas que nunca levou a sério sua profissão. Basta ver o seu histórico.

Segundo os buchichos de que Gilson Kleina não dá padrão de jogo, não dá isso, não dá aquilo pra equipe, e que a qualquer momento seria ou será demitido. Auto-lá, vamos com calma! Estamos no começo de um trabalho, e este tipo de trabalho requer tempo, entrosamento e entendimento das peças dentro de campo. Aos poucos, as peças vão se entendendo como cada um sabe ou prefere jogar, os jogadores vão entendendo também as fragilidades de cada um dentro de campo, e é a partir daí que, na minha visão a máquina começa a funcionar, pois a equipe se torna forte e competitiva.

Absurdo o que estou falando? Não! Humildade cabe em todo lugar, basta ver o Atlético-Go do ano passado e veja o deste ano, eles estão enfrentando o mesmo problema nosso, com a diferença que Harlei Meneses montou o time já no Goiano pra ir se entrosando. Estamos no caminho certo porque estamos com os pés no chão e isso tem incomodado a nação verde.

Terceiro, as derrotas no Goiano. Sem delongas, ninguém é imbatível e sob um determinado prisma, qual a diferença de perder para o Real Madri-ES, PSG-FR ou perder para Rio Verde-Go, Aparecidence-Go? Nenhuma, tudo é derrota. As derrotas também são importantes em uma trajetória.

Quarto, abordo o assunto que suscitou-se ontem aqui no nosso site, o site fidedigno dos ESMERALDINOS. Digo nosso, porque este site foi idealizado por uma mente, uma pessoa chamada Cicéro Júnior, além de emblemático torcedor Esmeraldino é um defensor nato dos interesses e do bem do Goiás. Nosso, porque não contamos com patrocínio extra de ninguém a não ser das nossas doações voluntárias para a manutenção do mesmo, por isso temos liberdade de expressar nossas opiniões de maneira aberta mas respeitosa, e claro cuidadosa.

Cuidadosa? Sim, porque muitos e muitos de nós temos nossas fontes que não são e jamais serão reveladas, e talvez por isso, vez ou outra sempre causamos desconfortos em determinadas pessoas da cúpula diretiva. Porque sempre detonamos verdades que embora ainda não tenham vindo a tona, logo mais aparece!

Embora em certas oportunidades, de fato, não haja os “princípios básicos do jornalismo” por parte de quem escreve, as vezes até com erros de português, nós, do Família Esmeraldina, temos o cuidado e a decência de sermos no mínimo educados.

Aqui, dificilmente é dito, falado ou publicado algo sem o devido embasamento, até porque, somos uma “família humilde” mas não idiotas desprovidos de inteligência e Intelecto.

Não sei quem inventou isso, mas “onde a fumaça há fogo”, e com toda certeza os irmãos LINO BARSI E CARLOS BARSI legítimos fundadores do Goiás, bem como nosso primeiro artilheiro Tão Segurado em 1956, estão se revirando no tumulo, face a tamanha arrogância, com a tamanha estupidez de determinadas pessoas presentes no Goiás de hoje e que não são esmeraldinos.

A história do Sapo partiu de um determinado Cronista (em tom de piada, chacota assim como fazemos com nosso co-irmãos e essa é a magia do futebol), e após um profudo estudo, não identifiquei absolutamente nada para tal referência ou tese de análise por parte do departamento de Marketing do Goiás, Gerido pela Sra Monara Marques em considerar um segundo mascote!

Prezada Sra. Monara Marques, nosso espaço é aberto ao seu direito de resposta, está aberto a discussões de idéias e ideais que possam agregar ao nosso time e lembre-se de algo não menos importante: aqui a Sra será é bem recebida e sempre será com respeito. Nossa casa, sua Casa! Aqui não tem briga, aqui no Família Esmeraldina tem debate de idéias saudáveis tão somente voltado ao bem do nosso Goiás.

Quinto e último tema, estamos orfãos de um ídolo por conta da saída do Walter? Meus amigos, minha gente (famoso jargão de Jorge Kajuru), temos ai Leo Gamalho, que tem brilhado desde quando chegou, lider positivo para o grupo. Depois de tanto tempo, temos um Camisa 1 (Marcelo Rangel) outro lider nato e positivo e há outros.

E para encerrar, deixo algo para o Sr(s) e Sra(s) refletirem até mesmo para aqueles que entendem serem superiores:  “Somos exatamente aquilo que refletimos”.

Wendll Faleiro                

5 Comentários Quero comentar!

  • Permita-me discordar de algumas coisas amigo, falar que derrota pra Rio Verde um time semi-amador, isso mesmo, até 2 dias antes da estréia no campeonato goiano, não tinha 1 jogador sequer inscrito no BID, é a mesma coisa que perder pro Real Madrid é quase insanidade.

    Comentário by Daniel Dias Ferreira — 10 de março de 2017 @ 0:58

  • Perfeita as colocações, esse time vai dar uma boa liga!!!

    Comentário by J junior — 10 de março de 2017 @ 1:02

  • Ótima coluna, que nos faz refletir sobre o que se passa com verdão e que não esta tão ruim quanto queremos ver. Temos sim um ídolo nato que além de tudo sempre divide com humildade seus méritos com sua equipe, um líder que respeita a camisa que veste!

    Comentário by Brayan — 10 de março de 2017 @ 11:12

  • Amigo Wendll. Ta ficando “bão nesse trem de escrever ” Parabéns. Sobre o ex mito Walter,Rei morto, Rei posto, vide Leo gamalho. História do Sapo como mascote, a própria Sra Monara, assumiu, claro assumiu em cima de alguma arrogancia, mas isso faz parte la pelos lados do Goiás. O que a senhora Monara não sabe é que as danças de cadeiras no Goiás acontecem da noite para o dia, portanto Sra Monara, fique esperta.

    Comentário by CICERO JUNIOR — 10 de março de 2017 @ 13:58

  • O Goiás infelizmente vem atravessando uma maré de inconstância, tanto dentro como fora de campo. O presidente conseguiu algo que poucos dirigentes conseguiram, sanear as finanças do clube. O que, ao meu ver, o credenciaria como tesoureiro do time, não Presidente. Digo isso pelo fato de futebolisticamente falando, atravessarmos uma das piores décadas da história do verdão. 2 rebaixamentos em 7 anos. Desde 2010 estivemos por 4 anos na serie A (2010/13/14/15) e outros 4 anos na serie B (2011/12/16/17). Isso se reflete também na torcida, que principalmente depois da não classificação para a libertadores no brasileiro de 2013, abandonou (compreensível) o time. O pior que não vejo esforço da diretoria para mudar isso, ao contrário, contrata pessoas sem condições para exercer suas funções. Harlei (grande ídolo dentro de campo) sempre foi conhecido pelas panelas na época de jogador e por muitos era pessoa de difícil trato. Agora pergunto: como colocar uma pessoa com tais “qualidades” para gerir um grupo de jogadores? Sabemos que a “boleiragem” é complicada de se mexer e para ter êxito nessa função precisamos de uma pessoa com bagagem suficiente para domar egos e ciúmes que existem em todo plantel. Me recuso de citar o veterinário que também atua no departamento de futebol por achar sua escolha uma piada de extremo mau gosto. E por fim, o departamento com maior responsabilidade de tentar aproximar a torcida com o clube, o Departamento de Marketing, é gerido por uma pessoa sem ligações sentimentais com o time. Não estou avaliando o lado profissional da Monara, mas este é o único departamento ao meu ver que deve aliar o profissional com o emocional. De extremo mau gosto sugerir a implantação do sapo como mascote oficial do clube. Só poderia vir de alguém que não tem o Goiás como sua ideologia, como seu time, como seu amor. Acabou que meu comentário ficou grande, mas só tenho mais um último assunto a abordar: Walter. Grande jogador, pessoa minúscula. Se tivesse um pingo (parafraseando o título da coluna) de vergonha na cara, teria proposto ficar sem receber seus proventos integrais enquanto não perdesse os quilos necessários para desenvolver suas atividades normais. Isso seria o mínimo que poderíamos esperar de alguém que tinha tanta idolatria da torcida, mas que conseguiu queimar tudo que conquistou no passado, em menos de 2 meses.

    Comentário by Heitor Borelli — 10 de março de 2017 @ 14:36

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