Matheus Ferraz vê Olímpico como uma vantagem e comenta sobre jogo com o líder: “Temos que mostrar nosso valor” 16 agosto 2017 Matheus Ferraz

O Goiás não vive um bom momento da Série B e precisa urgentemente de uma reação para sair de perto da zona do rebaixamento e tentar voltar à pensar em acesso para a primeira divisão nacional. O próximo jogo será importante para isso, mas também muito difícil. O time esmeraldino irá enfrentar o líder da Série B, o América-MG, que faz um belo campeonato e ainda é comandado por Enderson Moreira, treinador que foi campeão da segunda divisão com o próprio Goiás, em 2012.

O zagueiro Matheus Ferraz vê essa partida como uma boa oportunidade ao Goiás de conseguir a vitória e seguir “vivo” nessa Série B em quesitos de acesso: “O pensamento sempre vai ser positivo. A gente tem que pensar que vamos fazer um grande jogo pra sair no final com o nosso objetivo. Sabemos que o América vem muito bem, mas isso pra nós, é uma motivação para buscarmos essa sequência, buscar nossa firmação. É um time que é difícil de ser batido, tanto dentro como fora de casa, mas vamos procurar batalhar, mostrar nosso valor e poder mostrar que temos condições de brigar lá em cima”, disse Matheus.

Os próximos jogos do Goiás na Série B dentro de casa serão todos no estádio Olímpico, à exceção do jogo contra o Internacional no final do campeonato. O único jogo que o time esmeraldino fez no estádio do centro de Goiânia nesse ano foi contra o Luverdense e o Verdão venceu por 3 a 1. Mesmo vencendo, alguns jogadores esmeraldinos reclamaram do gramado do estádio após aquele jogo e disseram que preferiam jogar no Serra Dourada.

Mas Matheus Ferraz discorda disso, vê o Olímpico como uma vantagem e explica o talvez do porque os jogadores reclamaram do gramado do estádio: “Eu acho que o Olímpico é uma vantagem, e não vejo o Serra Dourada como desvantagem também. Eu acho que os dois são grandes estádios. Acredito que o Olímpico é muito parecido com o campo em que treinamos. Um campo que é mais raso, como aqui no CT, na Serrinha, e acho que isso pode facilitar o nosso jogo. Alguns jogadores quando jogaram lá pela primeira vez, reclamaram talvez da dimensão do campo, é um estádio mais aberto e venta um pouco mais, mas isso é apenas coisas que não fazem muita diferença, e sim a vontade que temos que ter dentro de campo”, disse o zagueiro.

Wagner Oliveira.

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