Goiás agremiação sem identidade! 3 maio 2017 COLUNA QUARTA

Where is your identity? Significa, para uma tradução livre para a nossa rica e as vezes confusa língua portuguesa, ” Qual é a sua identidade?” De repente me vi a pensar, pensar, reabrir alguns “baús” do passado, alguns antigos outros nem tanto.

Conclui que o nosso Goiás Esporte Clube é uma agremiação, em muitos termos sem identidade própria atualmente, ou porque a perdeu e não a encontrou, ou porque tem tentando tirar uma “segunda” via nos útlimos tempos mas não tem conseguido.

Bem estamos a caminho para o meio da temporada, e de agora em diante é que veremos o que poderemos esperar para a o próximo ano.

Observo e acompanho os manifestos dos torcedores, desde o mais simplista ao mais, digamos, fanático de algum tempo, muito antes de ter a oportunidade de esboça-los como tenho feito aqui, vez por outra. Unanimidade em um ponto: “O Goiás precisa utilizar o Regional pra montar o time pro Brasileiro” Por algum tempo, todos nós acompanhamos um 

“Goiás de Verão “, ou seja sem identidade.

Esta identidade, começou com a longevidade do arqueiro Harlei, mas resguardada as proporções, parou nele. A rotatividade em outros setores, ou todos, sempre assustadoras.

Entre erros e acertos dos últimos tempos, me atenho a este último ano, observando alguns acontecimentos que tem causado a torcida de maneira geral, críticas, revoltas, xingamentos, discordias e muito bate boca entre os esmeraldinos.

De alguma forma, ainda que, talvez não seja ou não deram a atenção a este fato, o Presidente Sérgio Rassi, tem desenhado uma espinha dorsal, uma base de sustenção ou uma Identidade Nova para o Goiás para os próximos anos. Uma coisa que não temos a muito tempo.

Temos até então, Marcelo Rangel com vínculo até 2019 (goleiro), Victor Bolt e Pedro Bambú com vínculo de 2 anos (volantes), Leo Sena com vínculo até 2019 (a confirmar a data. Meia), Leo Gamalho com vínculo renovado até 2020, recém contratado e contestado Júnior Viçosa até o fim de 2018 dentre mais alguns que temos na base com contrato médio de 2 a 3 anos.

Estão determinados a voltar para a Elite no próximo ano, e percebo essa movimentação de se dar uma identidade diferente da que tinhamos, de time de verão. Falta um Técnico com capacidade para se fazer um trabalho de longo prazo.! Certamente, os frutos virão.

 Obviamente, há um risco alto com chances de erros, como no caso do Renan, Márcio, Ramirez e etc, mas vou torcer pra que essa nova identidade possa dar bons resultados de curto prazo, com o acesso no final do ano, a médio prazo com uma boa campanha em 2018 e longo prazo, quem sabe algum título de expressão.

 Talvez o caso mais emblemático e recente, de uma agremiação que teve esta identidade e a perdeu foi o São Paulo, nos anos 2000, quando manteve uma boa base de jogadores, que se não eram grande, se tornariam logo depois, e ganhou tudo naquela época, mas depois, entrou em declínio, pois não houve sequênbcia do planejamento.

 Vejo com bons olhos e algum futuro de tal atitude. 

Como torcedor, me resta apoiar e acreditar neste resgate ou seria de fato a criação de uma identidade de um Time de futebol organizado e que está se pensando no futuro?

Até a próxima Esmeraldinos.

Wendll Faleiro

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