Enfrentando o chefe da “zona da confusão” 21 junho 2015 11017832_671244349643626_2483918171964844603_n

Lá se foram sete rodadas…

Já houve vitória surpreendente. Já aconteceu derrota inesperada.

Os empates foram previsíveis, em razão do “ferrolho” arquitetado pelo treinador Hélio dos Anjos.

Nesse momento, o time esmeraldino possui a melhor defesa do Brasileirão – tendo sofrido apenas três gols. Por outro lado, o ataque é um dos piores da competição. O Goiás balançou as redes apenas quatro vezes. Esse sim é um fator preocupante.

A conta é simples: todo jogo de futebol, pelo fato de começar empatado, concede a cada um dos times, um ponto. Esse mencionado ponto só se transforma em três, se o time fizer gols. E nesse quesito, o Goiás tem se mostrado incompetente.

Bruno Henrique é voluntarioso. Wesley também. O primeiro não capricha nas finalizações. Erra muito. É afoito. Já o segundo é grosso mesmo. Todavia, é trombador e chuta forte. Uma hora acerta… O problema é que está demorando muito e a “zona de confusão” se aproxima perigosamente.

E o Erik? Ele poderia ser a solução para a seca de gols do alviverde goiano? Com esse futebol, sem qualquer comprometimento, que ele apresentou em 2015, definitivamente não!

erik-musculaçãoA verdade é que o Erik não é o mesmo do ano passado, quando foi aclamado a revelação do torneio. Esse ano, nem de longe, foi a sombra daquele moleque travesso que encantou a turma que torce para o periquito do centro-oeste. Jogou abaixo da média no campeonato goiano – de nível técnico duvidoso! – e no brasileiro, participou de três jogos: contra o CAP, Palmeiras e Grêmio. Nos dois últimos foi substituído, por Wesley e Ruan respectivamente.

Erik não viajou ao Pará para enfrentar o Independente pela Copa do Brasil. A delegação seguiu direto para o Rio de Janeiro a fim de enfrentar o Vasco da Gama. O lateral Forster partiu de Goiânia para encontrar a equipe, contudo, Erik não foi chamado para a viagem e permaneceu em solo goiano. Nos jogos contra Sport, Avaí e Ponte Preta e Joinville, o atacante também não foi relacionado. Sequer para o banco de reservas, foi convocado…

Deixo claro que não penso que o Erik seria o salvador da pátria, ou que o time deixou de fazer gols porque ele foi sacado do elenco principal…! Claro que não é isso, mesmo porque ele não fez nenhum gol nos três jogos que participou.

Todavia, é no mínimo estranho.

Está faltando algumas peças desse quebra-cabeças que nem o Goiás, nem tampouco o Erik, quer revelar.

A CBF questionou o Goiás se liberaria o Erik para a seleção Pan-Americana. O clube concordou, afinal é uma vitrine. Esse fato estaria relacionado com atuações de empresários junto à Confederação, que já demonstrou ser um covil de negociatas? A esperança do Goiás em negociá-lo seria uma atuação de gala do garoto, naquela competição??

Ou o Goiás já teria negociado o Erik com uma equipe do futebol europeu? Como a janela de transferência abre apenas em julho, esse tal clube pode ter exigido que ele não jogasse afim de não se lesionar…

Ou uma última hipótese: o Goiás não permite a escalação do Erik porque tem negócios encaminhados com clubes brasileiros e se ele jogar sete vezes pelo time esmeraldino, inviabiliza a transação…

Galera esmeraldina, avaliem! Se tem uma coisa que o senhor HP sabe fazer é ganhar dinheiro. Será mesmo que ele concordaria manter o Erik na “geladeira” por simples capricho? Ah não, tenha dó…! Quem acredita nisso?? Ninguém, em sã consciência, atira ao mar uma pedra preciosa que se for lapidada valerá milhões de dólares!!

Conta outra, Goiás!! Nessa eu não acredito…

Quanto ao jogo contra o lanterna Joinville neste domingo, creio ser possível obter os três pontos. Assim como o Goiás, o Joinville tem um péssimo ataque, tanto é que tem apenas um ponto no torneio. Logo, fazer gols na melhor defesa será um tanto quanto complicado para eles…

Considerando isto, o jogo teria cara, cheiro e jeito de empate.

Helio-tecnicoA escalação alviverde será a mesma da última partida contra a Ponte Preta: Renan; Clayton Sales, Felipe Macedo, Fred e Forster; Rodrigo e Patrick; Bruno Henrique, Felipe Menezes e Diogo Barbosa; Wesley. Entretanto, o sistema tático será diferente. Hélio dos Anjos deve montar uma linha de três jogadores no meio-campo: o atacante Bruno Henrique será recuado, para atuar pela direita; Diogo Barbosa jogará aberto pela esquerda; e Felipe Menezes centralizado. O atacante Wesley deverá atuar mais à frente, isolado, como único atacante da equipe na partida. É sabido que o contra-ataque do Goiás é mortal. Aliás, o time só faz gols assim, pegando o adversário de surpresa. Se existe uma tarefa difícil para a agremiação verde é furar uma retranca. É crônico! Quase missão impossível…

Atuando em casa e pressionado, o time catarinense certamente virá desesperado para cima do Goiás, e será nesse momento, o bote mortal da equipe esmeraldina. Com um, dois ou três contragolpes encaixados, o time recuará, uma vez mais, e conseguirá segurar o resultado. Bingo! Três pontos na capanga!!

É esse meu sentimento para esse confronto.

Isso é tudo, por hoje, Família Esmeraldina! Até domingo que vem…!! 

  Juninho BILL

(Fotos: Divulgação Site Oficial do Goiás Esporte Clube)

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